Comuns no universo dos cosméticos e perfumaria, os óleos essenciais e vegetais não raramente são confundidos, apesar de possuírem diferenças em suas formulações. Para uma substância ser considerada um óleo, ela deve ser líquida em temperatura ambiente e composta por moléculas longas. Os óleos vegetais normalmente são extraídos de sementes e frutos, enquanto os essenciais são retirados do caule, de folhas, flores e até raízes. Porém, existem outras diferenças que afetam diretamente as propriedades físicas de cada óleo, como aparência, aroma e viscosidade.

Óleo vegetal

– São ricos em vitaminas e sais minerais;
– Têm sua absorção parcial no organismo, por isso são mais seguros para serem aplicados à pele;
– Possuem aromas mais suaves e até neutros.

Exemplos: óleo de coco, óleo de argan, óleo de rícino, óleo de amêndoas, óleo de abacate e óleo de oliva.

 Para quê é usado?

Os óleos vegetais são utilizados para tratamentos de beleza, inclusive diretamente na pele e no cabelo. Além disso, muitos deles podem ser ingeridos para trazer benefícios à saúde, como o azeite de oliva e o óleo de coco.

Óleo essencial

– Altamente concentrado (suas moléculas são menores e, por isso, pode cair na corrente sanguínea e provocar reações. Seu uso é indicado em gotas ou misturados a cremes ou outros óleos);

– Possuem aroma forte.

Exemplos: óleo de jasmin, óleo de cravo, óleo de alecrim, óleo de melaleuca, óleo de sândalo, óleo de hortelã e óleo de camomila.

Para quê serve?

No caso dos óleos essenciais, jamais devem ser ingeridos por serem altamente tóxicos. Normalmente são utilizados para unhas em poucas gotas, em difusores de ambiente como forma de perfumação, no travesseiro por baixo da fronha, para acalmar, ou através das técnicas da Aromaterapia (saiba mais neste post).